– propor a criação de um Centro de Pesquisa e Atendimento a Travestis e Transexuais (CPATT) em Maringá;

– propor a criação da Casa de Passagem para mulheres em situação de vulnerabilidade;

– lutar pela erradicação da violência contra a mulher;

– propor um projeto de lei de incentivos fiscais para empresas que empregarem pessoas transexuais;

– trabalhar na defesa dos servidores municipais, lutando por melhores salários e melhores condições de trabalho;

– trabalhar em defesa da Universidade estadual de Maringá (UEM), incentivando a manutenção e ampliação de convênios e parcerias entre o município e a instituição.

– propor um projeto de geração de renda para incentivar o empreendedorismo por pessoas LGBT;

– lutar por um cidade laica para que todas as religiões possam ser tratadas com igualdade, sem privilégios ou discriminação;

– lutar e defender, junto ao estado, que a delegacia das mulheres funcione 7 dias da semana, 24 horas por dia;

– propor 4% do orçamento municipal para políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher e ao feminicídio;

– propor que 50% dos cargos de primeiro e segundo escalão seja ocupado por mulheres;

– propor uma comissão interdisciplinar voltada à redução de danos nas famílias com dificuldades de relacionamento com membros LGBT;

– propor a criação da Casa da Cidadania para abrigamento e apoio às pessoas LGBT expulsas de casa pela família;

– incentivar a inclusão do segmento LGBT na secretaria municipal de direitos humanos e cidadania, com a criação de uma gerência;

– incentivar projetos artístico-culturais de pessoas LGBTQIA+ e Drag Queens;

– lutar pela educação pública, gratuita e de qualidade, defendendo as Escolas e Centros de Educação Infantil do município e seus distritos;

– lutar em defesa do SUS e o fortalecimento das UBS, UPAS e Hospital Municipal;

– promover campanhas de incentivo à escolaridade para mulheres e pessoas LGBT que abandonaram os estudos;

– incentivar as campanhas de combate ao suicídio, pela saúde da mulher, saúde do homem, entre outras;

– propor políticas voltadas à população negra de nossa cidade, retomando as discussões sobre a importância do dia da Consciência Negra.

– lutar para que a Política Nacional de Saúde da População Negra, em especial das mulheres, seja praticada em sua totalidade, procurando ainda implantar melhorias, de acordo com os anseios desse segmento;

– lutar pelo combate ao racismo e à LGBTfobia institucionais.